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SOBRE LUCIANE RAMOS SILVA

LUCIANE RAMOS-SILVA (Nome artístico) - Doutora em Artes da Cena pelo IA-UNICAMP (2018). Graduada em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (2003) e mestre em antropologia social pela Universidade Estadual de Campinas (2008). É membro do Grupo Interinstitucional Corpo e ancestralidade; gestora de projetos no Acervo África, espaço de pesquisa sobre cultura material africana; co-diretora da Revista OMenelick2Ato (ISSN 2317-4706), projeto editorial independente que aborda cultura e sociedade na afro diáspora. Atua na interface da dança, antropologia e crítica cultural, focando ações na área da educação, curadoria, mobilização cultural e criação. Foi docente na FACAMP (2010 a 2013) na área de estudos africanos para relações internacionais.

Desde 2009 Compõe a equipe de professoras da Sala Crisantempo, espaço de educação em dança com longa trajetória na difusão de pedagogias de dança; Luciane tem atuado junto a diversos departamentos na área de Artes e Humanas e Cursos de Dança em todo o Brasil a partir de sua pedagogia Corpo em diáspora e sua discussão sobre colonialidade na dança, ministrando oficinas, palestras e compondo bancas examinadoras de mestrado e doutorado (UFG; UFBA; UFMG; UNICAMP; USP; UNESP, entre outras). Essa atuação se estende também para Organizações da sociedade civil, grupos ativistas e coletivos artísticos (Instituto Pró Comum; Associação Felino Preta; Grupo Fragmento Urbano; Grupo Os Crespos; Grupo Vão; Projeto Terça Afro, entre outros).

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CORPO EM
DIÁSPORA

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Amor Catastrófico é um projeto/ação fruto do apoio da 29a. Edição do Fomento à dança da cidade de São Paulo, que propõe a circulação e aprofundamento de pesquisa em dança contemporânea com fundamentos afro diaspóricos a partir das obras concebidas por Luciane Ramos-Silva, com a participação de um grupo de artistas colaboradoras, a Coletividade, e uma série de atividades de compartilhamento e engajamento da população da cidade e de outras partes do país.

O nome do projeto vem da proposição do filósofo afro estadunidense Cornell West, que afirma um entendimento sobre o amor que é diferente do amor romântico ocidental . Trata-se de um amor que fortalece, uma medida urgente diante das brutalidades do mundo. Uma "resposta lírica ao monstro”. 

O intento foi  aprofundar a pesquisa artística, em suas feições técnicas e poéticas, possibilitar a ampliação do campo da dança contemporânea na cidade de São Paulo, pluralizando suas propostas estéticas,  bem como os compartilhamentos com artistas e com a própria cidade, seus fluxos e contradições.  O projeto Amor Catastrófico foi um catalisador para um conjunto de ações assim estruturadas: a circulação das obras Na fresta da certeza o vermelho escuro e Brita - Lugares vermelhos e invisíveis para existir, junto a Conversas Críticas Partilhadas - Estudos para conjuro, Residência Artística e Aulas Abertas da pesquisa continuada Corpo em diáspora, base de treinamento do Núcleo e um vídeo dança que circulou pela cidade. 

 

Estamos em travessia!

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PRODUÇÃO
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REALIZAÇÃO
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Este projeto foi idealizado com o apoio do programa municipal fomento á Dança para a cidade de São Paulo - Secretaria Municipal de Cultura